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Cirurgias

Na Medicina Veterinária temos três grandes grupos de cirurgias, cujos procedimentos se enquadram nas categorias de cirurgias de tecidos moles, ortopedia e neurocirurgia.

O Hospital Veterinário Santa Mônica, conta com cirurgiões habilitados e experientes para qualquer dessas áreas.

As Cirurgias também são divididas de acordo com a indicação do Veterinário, assim temos as cirurgias eletivas, ou seja aquelas que não existe uma urgência em ser realizada e tem indicação preventiva de algum problema. Exemplo clássico dessa cirurgia é a castração. Além das eletivas temos as cirurgias de emergências que são aqueles casos em que a doença pode levar ao óbito do paciente se não for corrigido imediatamente. Como exemplo a piometra ou infecção purulenta do útero.

CIRURGIA DE TECIDOS MOLES

São todas as cirurgias que envolvem tecidos não ósseos, elas podem ser torácicas ou abdominais.

Castração

A Castração de animais de companhia é muito bem estabelecida na Medicina Veterinária como um procedimento importante para aumentar a longevidade e qualidade de vida dos pacientes. 

A castração da fêmea, chamada de ovariohisterectomia (retirada dos ovários e útero) deve ser feita preferencialmente após os seis meses de vida e antes do primeiro cio, ou seja até o final do sétimo mês de vida.

A castração do macho, ou orquiectomia (retirada dos testículos) é indicada também fazer no primeiro ano de vida, ou seja no intervalo de sete a doze meses de vida.

Perguntas Frequentes:

Sim, a castração precoce, ou seja antes do primeiro cio, diminui consideravelmente (<95,5%) a chance da cadela desenvolver câncer de mama na idade adulta. A castração precoce não pode ser confundida com castração em idade tenra.

O veterinário saberá dizer a melhor idade, baseado na raça e porte de seu animal.

Sim. O cão urina em todo local para demarcar território sob influência dos hormônios masculinos produzidos no testículo. A castração do macho resolve em sessenta por cento a chance de urinar em locais diversos. Mas convém ressaltar que a castração pode não resolver completamente esse problema.

São várias as indicações. Vamos separa-las por sexo do paciente.

Cão Macho:
1-Evita que o cão fuja para acasalar.

2-Evita o cão engravidar uma cadela e gerar ninhadas indesejadas e abandonadas.

3-Evita ou diminui a disputa com outros cães por território e traumas decorrentes da disputa.

4-O custo da castração do macho é bem acessível comparado com a fêmea.

5-Deixa o animal mais calmo, pois diminui a ansiedade e/ou agressividade.

6-Diminui ou mesmo acaba com a demarcação de território (urinar em tudo que é lugar).

7-Evita uma doença venérea, chamada de Tumor Venéreo Transmissível (TVT).

8- Pode deixar o cão mais social com relação a outros cães.

9-Evita o constrangimento do cão querer “montar” com as pernas das visitas.

11- Cães castrados tem uma sobrevida em torno de quinze por cento a mais em relação aos não castrados.

Cão Fêmea:
1-Evita que ela tenha crias indesejadas e filhotes que poderiam ser abandonados.

2-Durante o cio evita que a cadela fuja para procurar acasalar e sofra traumatismos por atropelamento ou espancamento de desumanos.

4- A castração antes do primeiro cio diminui em 95,5% a chance de desenvolver câncer de mama na idade adulta.

5- Evita o falso cio ou cios repetidos que levam a infecção das glândulas mamarias.

6- Evita por completo a chance de ter infecção uterina.

7- Evita a transmissão do TVT, doença venérea sexualmente transmissível.

8- A castração tende a deixar a cadela mais sociável.

9- Evita passar geneticamente características indesejadas, que por vezes não são detectadas na mãe.

10- A cadela tende a ficar mais sociável e facilita o adestramento.

Piometra

A piometra é um distúrbio uterino provocado nas cadelas mediado pela progesterona. Esse hormônio atua na manutenção da prenhez e está presente em quantidades enormes após o cio. Acontece que esse hormônio favorece
o crescimento de bactérias que normalmente estão presentes na vagina na cadela e que migram até o útero através da cérvix uterina.

A piometra pode ocorrer com ou sem corrimento vaginal, sendo que quando ha corrimento vaginal chamamos de piometra aberta. Quando não se visualiza esse corrimento chamamos de piometra fechada e é o quadro mais sério da doença podendo desenvolver quadros graves de sepse (infecção generalizada) por ruptura do útero e demais complicações como insuficiência renal. A cirurgia para corrigir o problema é a retirada do útero e ovários a exemplo do que acontece quando fazemos a castração eletiva (a castração opcional), que alías é o único meio de prevenir essa doença. A cirurgia em si, não demanda grandes esforços do cirurgião, mas requer um excelente cuidado pré e pós operatórios devido às complicações sistêmicas que a doença provoca.

CIRURGIAS TORÁCICAS

São as cirurgias que envolvem o tórax e que requerem equipamentos de manutenção da respiração mais adequados. Dentre as cirurgias torácicas mais comuns se destacam:

– Persistência do ducto arterioso, patologia que acomete cães jovens.

–  lobectomias ou retirada dos lobos pulmonares devido a comprometimento por trauma ou neoplasias.

– Pericardiectomia ou ressecção da membrana que envolve o coração por comprometimento crônico.

– Cirurgias da traqueia, com destaque para o colapso traqueal devido falha na musculatura da traqueia.

– Drenagens torácicas de líquidos ou coleções de sangue ou pus.

CIRURGIAS ONCOLÓGICAS

São as cirurgias para retiradas de tumores, malignos ou benignos e que o tratamento quimioterápico por si só não é capaz de resolver. Temos cirurgiões habilitados para promover o melhor tratamento cirúrgico. As Cirurgias oncológicas podem acometer qualquer órgão do corpo.

NEUROCIRURGIA

A Neurocirurgia a exemplo da Medicina de humanos é utilizada para corrigir problemas congênitos ou adquiridos e está correlacionada em sua grande maioria a problemas de desconforto que podem ser a pacientes jovens ou adultos. Dentre as mais comuns estão a correção de hérnias de disco, cirurgias de estabilização das vértebras e craniotomia.

Discopatias - Doenças do Disco Intervertebral – Hérnias de disco

A coluna vertebral do paciente canino ou felino é formada, assim como nos humanos, por várias vértebras dispostas em bloco e que formam o eixo de sustentação. Entre essas vértebras existe uma “almofada” ou coxim, chamado de disco intervertebral que dá flexibilidade e protege uma vértebra da outra.

A coluna é dividida em regiões: a coluna cervical ou a que sustenta o pescoço tem sete vértebras, a seguir vem a coluna torácica que se com apresenta com 13 vértebras, depois a coluna lombar com sete, a coluna sacral com 3 vértebras fundidas e um número variável de vértebras que compõem a cauda. Por dentre as vértebras há um túnel onde se acomoda a medula espinhal, responsável por enviar mensagens a partir do cérebro para todo o corpo.

A doença mais comum que afeta a coluna dorsal do paciente canino é a hérnia de disco e na maioria das vezes se localiza na junção toráco-lombar.

A hérnia de disco ocorre por vários motivos, mas de maneira geral, é em decorrência do esgotamento do disco que sofreu uma desidratação e acabou por comprimir as raízes nervosas advindas da medula espinhal.

O diagnóstico é realizado por exames como radiografia, mielografias, tomografias ou ressonâncias magnéticas.

Para o tratamento, além do tratamento clínico com medicamentos e fisioterapia, pode-se lançar mão em alguns casos de procedimentos cirúrgicos que visam a retirar o material que está fazendo compressão da medula.

Perguntas Frequentes:

A resposta cirúrgica do procedimento para hérnia de disco em cães, vai depender de vários fatores, dentre eles a localização do material que fez a compressão das raízes nervosas, o tempo que este material está em contato com a medula e a forma com que foi desenvolvida a doença. De maneira geral podemos dizer que quanto mais precoce for o tratamento cirúrgico após a hérnia ter acontecido, melhores resultados são obtidos.

Além de provocar aquilo que chamamos de “dor nas costas” podem sim provocar paralisia. Dependendo do local da coluna que há a lesão, a paralisia pode ser de um ou de todos os membros.

Embora o tratamento cirúrgico para hérnias de disco que comprometam a locomoção do paciente seja indicada logo nas primeiras horas após o acontecido, poderá haver sim a indicação de correção cirúrgica. Isto vai depender de uma análise minuciosa dos exames de imagem e do exame clínico, a fim de se estabelecer a indicação ou não. O Veterinário deverá avaliar caso a caso.

Tomografia de coluna de um cão.
Imagem tomográfica revelando as vértebras em corte transversal .

CIRURGIA ORTOPÉDICA

Ortopedia veterinária é com o Hospital Veterinário Santa Mônica. Aqui você encontra uma equipe de especialistas pronta para atender, diagnosticar e tratar seu cão ou gato, seja em casos de fraturas, luxações e/ou tratamento conservador.

Fraturas

As Fraturas em animais de companhia são bastantes frequentes e com maior frequência em raças de pequeno porte. As fraturas podem ser devido a atropelamentos, quedas, exercícios exagerados ou mesmo de alguma patologia adjacente.

As correções cirúrgicas das fraturas em animais de companhia são reduzidas com o uso de placas, parafusos, pinos e fios de aço. De maneira geral as fraturas tem uma grande incidência em membros anteriores (ossos do braço- rádio e ulna) quando relacionadas a quedas em animais de pequeno porte.

Em animais de grande porte os atropelamentos são responsáveis pela maioria das fraturas e qualquer membro pode ser afetado.

Para corrigir uma fratura o cirurgião ortopedista veterinário pode lançar mão de um grande número de técnicas, dependendo da localização e tipo da fratura. Basicamente os mesmos quesitos e materiais empregados nas fraturas de humanos são usados na Medicina Veterinária.

Perguntas Frequentes:

Muito raramente o veterinário fará uso de tala como as vezes vemos na medicina humana. Isto tem a ver com o modus vivendi dos nossos pacientes e por que a tala não propicia uma boa cooptação e estabilidade das fraturas. O uso de tala é desencorajador na maioria das vezes.

Não, na maioria das vezes o material fica com o paciente para sempre. Exceto nos casos onde se usa os fixadores externos (pinos para fora do membro operado ou aparelhos de contenção). Raros casos de rejeição ao material ou incômodo após a consolidação da cirurgia deverão ser retirados.

Os pinos e placas assim como os fios de sutura usados nas fraturas, são feitos de várias ligas, sendo os mais comumente usados o aço inox cirúrgico e o titânio.

Fratura próximo ao joelho de um cão.
Fratura do osso da perna (tíbia) de um cão
Uso de placa e parafusos para correção de fratura
Fratura próximo ao joelho de um cão com correção utilizando-se pinos cirúrgicos.

CRIOTERAPIA

Modalidade cirúrgica que faz uso de um aparelho chamado criótomo e que utiliza-se de nitrogênio liquido para gerar o congelamento e morte celular progressiva. Muito comum sua utilização para pequenos tumores em pele e pálpebras. É uma cirurgia pouco invasiva e que por vezes precisa de mais de uma aplicação do Nitrogênio Líquido. Em alguns casos pode ser feita somente com anestesia local e leve sedação do paciente e tem como vantagem fundamental a rápida recuperação do paciente.

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